”Dessa vez vou preferir tomar mais cuidado —tomar até me embriagar—, saber onde piso, e onde tropeço.
Minhas falhas vão dizer o que é perfeito pra mim —no meu caso já é grave, basta sussurrar—, vai dizer que tipo de amor provém de minhas necessidades; E que haja confiança e vontade, onde já se teve muito ódio da distância. Onde eu me afogava em poça —lamentando— por saudade.”
—Anndré Frëak, (Prisioneiro da Morte)
Tem coisa que eu deixo passar. Não vale a pena. Tem gente que não vale a dor de cabeça. Tem coisa que não vale uma gastrite nervosa. Entende isso? Não vale. Não vale dor alguma, sacrifício nenhum.
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| — | Cazuza (via minhavidasemti) |





